quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dica de Leitura - Pequena Abelha. Chris Cleave - Ed Intrinseca


" Não podemos escolher onde começar e onde parar. Nossas histórias que são contadoras de nós..."
É umas das frases mais marcantes, deste belo livro escrito com tanta sensibilidade ao narrar a trajetória de duas mulheres tão diferentes que se cruzam e alteram seus destinos, suas vidas.
"Uma cicatriz não se forma num morto. Uma cicatriz significa: Eu sobrevivi!"
Revelar sobre mais sobre a história é estragar todas as surpresas... Mas vamos lá um pouco sobre a trama...
Ela era um imigrante ilegal nigeriana na Inglaterra, Pequena abelha escapou do Centro de Detenção de Imigrantes e foi encontrar seu passado. A tragédia pessoal que viveu em uma praia da Nigéria, que a perseguia em sonhos e que compartilhava por coincidência ou não, com a família inglesa de Sarah.
Enquanto que Sarah e seu marido tentavam viver e esquecer o que aconteceu há 2 anos naquela praia, um fato que trouxe violência e crueldades sem limite. E aí nesse encontro entre duas mulheres fortes e determinadas, duas sobreviventes, o destino irá traçar algo inimanigável.
Ponto forte do livro !
A narração dos fatos de forma alternada entre Sarah e Abelhinha, nos faz ter uma perspectiva mais ampla e entender o lado das suas personagens.
Nicole Kidman já comprou os direitos do livro, ou seja Oscar à vista!
Sobre o autor:
Chris Cleave nasceu em 1973, em Londres. Estudou psicologia em Oxford e é colunista do jornal The Guardian - Pequena Abelha é seu segundo livro. publicando em 20 países. Finalista do Prêmio Costa de 2008 como melhor obra de ficção. Seu outro livro "Incendiary"foi adaptado para o cinema com Michelle Williams e Ewan McGregor.

2 comentários:

  1. Fernanda ta lendo e ta gostando muito.
    Qd li oq vc escreveu lembrei de "A Cidade do Sol" do Hossein ( msm autor de "O Caçador de pipas"). A cidade do sol e um livro fantastico, impressionante e bem dramatico, mas amei!
    Bjs
    Thata.

    ResponderExcluir
  2. Realmente é um livro intrigante, angústiante e surpreendente, porém senti que fiquei a ver navios, não que eu goste sempre de finais românticos e encantados,só senti. Mas digo que vale a pena.
    Conhecer um pouco mais da realidade de refugiados da Nigéria, a situação tensa daquelas pessoas e principalmente das mulheres foi algo constrangedor.
    Indico.

    ResponderExcluir